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Professores particulares em greve se reúnem em assembleia
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
09/06/2011 | 07h31 | Sem aulas

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Depois de cinco rodadas de negociação com os patrões, os professores da rede particular de ensino decidiram cruzar os braços ontem. Mais de 300 professores disseram sim à greve em assembleia realizada na sede do Sindicato dos Professores da Rede Particular (Sinpro-PE), na Boa Vista. Dependendo da adesão ao movimento, a categoria pode deixar até 600 mil estudantes sem aulas. Por causa da greve, algumas escolas suspenderam o turno da tarde. No início da noite, professores e donos de escolas voltaram a se reunir para tentar encerrar o impasse, na sede do Sindicato das Escolas Particulares de Pernambuco (Sinepe), no bairro das Graças, mas não houve acordo. Hoje deve acontecer mais uma assembleia, às 9h, no Sinpro.

De acordo com o coordenador do Sinpro, Jackson Bezerra, a decisão foi tomada depois que os donos de escolas rejeitaram a proposta dos docentes, que pedem um reajuste salarial de 10% além de um aumento para a hora-aula trabalhada. Hoje esse valor está em R$ 4,40. Os professores querem que ele passe a ser de R$ 10. Na pauta, também há uma cláusula onde os docentes pedem a criação de um plano de cargos e carreiras para os profissionais da rede privada.

“Os patrões disseram que não podem cumprir a pauta por causa das escolas pequenas, que não têm condições financeiras para pagar o que pedimos”, afirmou o coordenador do Sinpro-PE, Jackson Bezerra. Alfio Mascaro, educador do Colégio Imaculado Coração de Maria, foi um dos que participaram da passeata. “O motivo da greve é o resgate à valorização da profissão”, disse. A colega Kiara Borba Ramos, professora de educação infantil do Instituto Capibaribe, concorda. “Entrei na greve para fortalecer a categoria”, avaliou.

O diretor executivo do Sinepe, Arnaldo Mendonça, disse estar surpreso com a deflagração do movimento. “Das 54 cláusulas pedidas pelos professores, nos prontificamos a atender 22 delas. Mesmo assim, eles decidiram parar as atividades”, contestou. A rede particular de ensino no estado tem 45 mil professores trabalhando em cerca de 1.400 escolas.

Do Diario de Pernambuco







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