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Edição de Terça-Feira, 20 de Abril de 2004 
Viver | Premiação dupla em concurso de canto
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VIVER
Premiação dupla em concurso de canto
Virgínia Cavalcanti foi grande vencedora do Bidu Sayão
Tatiana Meira
Da equipe do DIARIO
A voz afinadíssima da mezzo-soprano Virgínia Cavalcanti, de 27 anos, já lhe rendeu vários elogios e algumas conquistas. A mais recente foi na noite do último sábado, quando foi premiada duplamente na final do V Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão, no Theatro da Paz, em Belém, no Pará. Virgínia Cavalcanti ganhou o primeiro lugar no Prêmio Júri Popular e o de Canção, pela execução de Sapo Cururu, composição de Hernani Aguiar. "Escolhi esta música que ironiza o ciclo de canções infantis, ao criticar os políticos, com uma parte falada, mais teatral, no lugar de uma peça refinadíssima", destaca ela, que foi acompanhada pelo pianista Marcos Aragoni, na apresentação.

  A participação no concurso - onde também se inscreveu, em 2000, tendo ficado apenas para a semi-final - foi importante para a mezzo-soprano estabelecer novos contatos. Nas próximas três semanas, Virgínia fará audições no Rio de Janeiro e em São Paulo, e também foi contactada por um dos jurados, Walter Beloch, agente de cantores eruditos residente em Milão, na Itália, para orientação de repertório. "Ainda recebi um convite para fazer a ópera Carmem, num festival do Pará, em junho, promovido pela São Paulo ImagemData, a mesma empresa que organiza o Concurso Bidu Sayão, mas falta isso ser oficializado", conta a mezzo-soprano. Os primeiros lugares no concurso, nas categorias masculina e feminina, foram o tenor português Bruno Ribeiro e a soprano paranaense Luciana Melamed. Realizado pelo Governo do Pará, através da Secretaria Executiva de Cultura, o Concurso Bidu Sayão teve seus candidatos avaliados por um júri presidido pelo maestro Roberto Duarte.

  Virgínia Cavalcanti é natural de São Paulo, mas mora em Pernambuco com a família desde os 3 anos de idade. Atualmente, ela cursa disciplinas isoladas no curso de Bacharelado em Canto, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde também integrou o coral Contracantos. Virgínia ingresou na carreira musical quando estudava Direito, na Universidade Católica, e ganhou bolsa para estudar técnica vocal comLindberg Pires. Fez master-classes com Patrizia Morandini, Zuínglio Faustini e Inácio di Nono. Foi finalista do V Concurso Nacional Maria Callas. Solista na montagem das óperas O Barbeiro de Sevilha e Pahy-Tuna, esta jovem talentosa estudou com Martin Krasnenko, em Colônia, na Alemanha, num curso de extensão com quatro meses de duração. "Tenho buscado bolsas de estudos", avisa Virgínia, contente com a vitória em dose dupla no concurso paraense.

 
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