Edição de Terça-Feira, 30 de Setembro de 2003
 
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Morrem mais três do grupo de Cleiton Araquan

PERSEGUIÇÃO

Mais três integrantes da quadrilha de Cleiton Araquan foram mortos na tarde de ontem na Zona Rural do município de Santo Sé, no Sertão da Bahia. Os três homens mortos eram acusados de participar na última quinta-feira do assalto a agência do Banco do Brasil de Pilão Arcado, e vinham sendo perseguidos por policiais federais há quatro dias. Os acusados estavam escondidos em uma casa, localizada a 680 quilômetros de Salvador, quando reagiram a tiros à abordagem dos agentes federais e terminaram sendo mortos. Até o final da tarde de ontem, os assaltantes foram identificados apenas pelos pseudônimos: Adriano, Gordo e Teógenes. Outros dois envolvidos no assalto à agência bancária ainda estão foragidos.

  Desde a última sexta-feira, seis municípios estão envolvidos na operação de captura dos bandidos, mas as diligências estavam concentradas em Santo Sé, onde policiais federais receberam denúncias de que os foragidos estariam escondidos. As principais rodovias federais que cortam aquela região da Bahia foram bloqueadas e continuam sendo monitoradas por policiais federais e militares. Cerca de 80 homens estão trabalhando na operação, que conta ainda com policiais civis de Pernambuco e da Bahia.

  No dia do assalto, o chefe da quadrilha, Jucicleiton Nascimento dos Santos, Cleiton Araquan, foi morto numa troca de tiros com a Polícia Federal junto com o primo dele, Walter Araquan. Também foram assassinados durante a perseguição um pedreiro que trabalhava na reforma do banco e um agente da federal. Um dia depois, um outro integrante da quadrilha, identificado como Antônio, também foi morto durante tiroteio.

  A Polícia Federal de Juazeiro, na Bahia, chegou a deter Vanderlan José de Sá Santos, sob a acusação de ter sido o autor intelectual do assalto ao banco, mas o suspeito terminou sendo solto na noite do último sábado. Vanderlan é irmão de um dos participantes do assalto, Francisco José Sá dos Santos, que ainda está foragido. Outros dois empresários, que estavam sob suspeita de dar apoio à quadrilha de Cleiton Araquan,também foram detidos e liberados em seguida por falta de provas.


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