Edição de Segunda-Feira, 17 de Fevereiro de 2003
 

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Turismo Expressão 2002

Vicência: Asas da felicidade

A pacata Vicência, na verdade, é perfeita para esportes de ação

Vicência tem vocação para o turismo rural, ecológico, de aventura e cultural. O município é cheio de cachoeiras, bicas e serras, a exemplo da Serra do Jundiá (que tem trilhas por área remanescente de Mata Altântica, furna e mirante) e da Serra Mascarenhas, onde está localizada a plataforma de vôo livre. Também são destaques os antigos engenhos e edificações. Aliás, Vicência surgiu de um rancho que pertencia a uma senhora chamada Vicência Barbosa de Melo.

  No tal rancho hospedavam-se tropeiros e viajantes, o que acabou criando um ponto de encontro, descanso e troca de mercadoria e atividades religiosas. Autêntica mulher nordestina que viveu no século 18, Dona Vicência cresceu o empreendimento que, pouco depois, organizou o arruado de Sá Vicência. Por ser devota de Santa Ana, Dona Vicência ergueu também, com ajuda de donatários, uma capela em homenagem à santa. Em volta da construção, foram aparecendo pequenas residências.

  Inicialmente, o povoado de Vicência pertencia a Nazaré da Mata, de que se desvinculouem 11 de setembro de 1928, quando tornou-se município autônomo. Considerada a Princesa do Vale do Siriji, Vicência está localizada a 87 Km do Recife, na microrregião da Mata Setentrional, aos pés da Cordilheira das Mascarenhas. Esse acidente geográfico, que é o conjunto das serras de Jundiá, Tipi e Neves, agrupa ainda os distritos Angélicas, Borracha, Murupé e Trigueiros, e os povoados Turiaçú, Usina Barra e Unisa Laranjeiras.

  Tipicamente canavieira, Vicência tem um bom conjunto de engenhos de açúcar. São 51, atualmente denominados de engenhos de fogo morto, porque não moem mais. Devido a essa grande herança, o município é considerado a Terra dos Engenhos. O engenho Poço Comprido, único remanescente do século 18 de Pernambuco, está lá. É ainda o único que possui pelourinho. O Jundiá, Tapatinga e Iguape também valem visitas, assim como o sítio histórico, que compreende os arruados, a matriz de Santa Ana e o Mercado Regional das Artes.

  A gastronomia 100% regional inclui buchadinha, guisado de boi e bode,galinha cabidela, costela de porco e derivados da banana (um dos principais produtos agrícolas, ao lado da cana-de-açúcar), como doces, tortas, pizza, pudim, pão, licor e nego bom. Os principais eventos registrados no calendário do município são o Carnaval, o Festival Regional de Jericos (que acontece em maio), o São João Forró Pé de Serra, a festa da padroeira Santa Ana (julho) e o Torneio Norte/Nordeste de Vôo Livre (outubro).

Serviço

Data de criação: 11/9/1928
Meso/ micro: Mata/ Norte
Distância da capital: 87 Km
Área total: 250,3 Km2
População: 30 mil habitantes
Tel. de Cultura e Turismo: (81) 3641-1336








 

 
 
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