Edição de Sexta-Feira, 8 de Março de 2002
 
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Acusado de matar prefeito preso pela PF

Deneílson Bezerra Novaes, suspeito do assassinato de Francisco Ferraz em 1991, estava no Maranhão

Um dos principais suspeitos de assassinar o prefeito de Floresta, Francisco Ferraz, em 1991, o agricultor Dineílson Bezerra Novaes, foi preso na última quarta-feira por policiais federais do Maranhão. Dineílson estava com uma espingarda calibre 36 na casa onde morava no município de Nova Olinda, no interior daquele Estado. Além dele, os agentes da PF prenderam Francisco de Assis Novaes, 34 anos, conhecido como Tico, acusado de participar do assassinato do também prefeito Oscar Ferraz, morto em 25 de abril de 1999. Em duas propriedades dos Novaes, no Maranhão, os policiais localizaram uma plantação de maconha com 17.770 pés e ainda 12 quilos da erva pronta para consumo.

  Dineílson e Francisco Novaes foram levados para o presídio de São Luiz e, por enquanto, deverão permanecer lá. Segundo o delegado Servilho Paiva, da Delegacia de Repressão ao Entorpecente (DRE) da PF em Pernambuco, a remoção deles depende de uma decisão judicial e só deve acontecer após a instrução do processo aberto no Maranhão. "Depois disso, provavelmente eles serão recambiados para Pernambuco", comentou.

  A prisão dos dois integrantes da família Novaes fez parte das operações de repressão ao narcotráfico intensificadas no Maranhão. Dineílson e Francisco vinham sendo procurados pela polícia há mais de cinco anos. A DRE de Pernambuco recebeu informações de que membros da família Novaes, foragidos da cidade de Floresta, estariam morando no município de Nova Olinda, no Maranhão, e plantando maconha. Ao chegar cumprir o mandado de busca e apreensão na residência dos Novaes, naquela cidade, os policiais federais prenderam Dineílson e encontraram num loteamento da família um revólver 38, um capuz com abertura nos olhos e munição de diversos calibres.

FORAGIDOS - Os policiais federais também tentaram prender outros dois integrantes da família, que estavam no local. No entanto, eles conseguiram escapar. Os foragidos são conhecidos como Fernando e Dário Novaes. De acordo com a PF, no local da plantação os policiais encontraram três acampamentos. Ospés de maconha encontrados foram incinerados ontem.

  Segundo a polícia maranhense, Dineílson e Francisco são suspeitos de praticar assaltos na região. Os dois homens tinham mandado de busca e apreensão expedido pelo juiz da comarca de Santa Luzia do Paruá, no Maranhão. Mas ao ser preso, Dineílson se apresentou com documentação falsa em nome de Antônio de Souza Lima e disse ser tratorista.

  Ele negou ser dono da plantação de maconha e declarou que andava armado porque trabalhava fazendo segurança para um ex-candidato a prefeitura do município. O acusado informou ainda que estava no Maranhão desde 1996 e que antes dessa época morou ma cidade de Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco. No entanto, Francisco Novaes admitiu que a roça era dele e de Dineílson.


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